“AGOSTO DOURADO”: IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO É TEMA DE ENCONTROS NAS UNIDADES DE SAÚDE DE TATUÍ

Ações compõem a Campanha Nacional de Amamentação, do Ministério da Saúde, tematizada neste ano como "Apoiar a Amamentação é Cuidar do Futuro".

Finalizando o “Agosto Dourado”, a Prefeitura de Tatuí, por meio da Secretaria de Saúde, realizou em mais três Unidades de Saúde atividades de conscientização sobre a importância do aleitamento materno. As ações compõem a Campanha Nacional de Amamentação, do Ministério da Saúde do Governo Federal, tematizada neste ano como “Apoiar a Amamentação é Cuidar do Futuro”. 

A dentista Daiane Martins, a ginecologista e obstetra Jéssica Silva, a enfermeira Priscila Formigoni e a nutricionista Débora Soares Lisboa, na Estratégia Saúde da Família (ESF) “Dr. Medardo Costa Neves”, situada no Jardim Rosa Garcia, realizaram um momento de acolhimento e mobilização com as pacientes no dia 10 de agosto. Além do aleitamento materno, também ressaltaram a importância do pré-natal odontológico, compartilharam experiências clínicas e presentearam as participantes com kits de higiene bucal, brindes e folders informativos.  

Na manhã do dia 25 de agosto, uma parceria entre a ESF Jardim Gonzaga e a ESF “Adriana Mesquita Tibellio Mota”, no bairro Jardins de Tatuí, reuniu 17 gestantes para uma palestra, que foi conduzida pelas enfermeiras Silvana Maria de Oliveira e Mariana Arruda. As mulheres também puderam se deliciar com um café da manhã, feito em parceria com o Banco de Alimentos de Tatuí, e participaram de um sorteio de brindes. 

Já na ESF “Dr. Simeão Orsi”, situada na Vila Angélica, na tarde de 29 de agosto, as gestantes e lactantes participaram de uma palestra sobre o tema, conduzida pela nutricionista Débora Soares Lisboa, que as orientou, também, sobre a alimentação das mães no período da amamentação. Assim como na ação anterior, elas também participaram de um sorteio de brindes e de um café da manhã. 

Aleitamento Materno – O aleitamento materno é a melhor maneira de garantir os nutrientes necessários aos recém-nascidos até os seis meses de idade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Após esse período, o ideal é continuar com esse hábito, mas com a adição de alimentos complementares até a criança completar dois anos de idade ou mais.

Esta prática protege a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta. Anualmente, cerca de 6 milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade, segundo a OMS e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). 

No Brasil, as ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno são realizadas, por meio do Ministério da Saúde, que coordena estratégias para proteger e promover a amamentação no País, que possui 225 bancos de leite humano e 219 postos de coleta. 

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